O que mudou na tela, título por título: 20 no total. Toque numa capa para ver os dele. Os títulos que você ainda não marcou como lido ficam trancados, para não estragar a surpresa.
Na versão de 1972, a voz de Jean Desailly lê trechos do romance quase palavra por palavra. É a forma de a TV manter o tom de crônica que Druon dá ao livro.
ver fonte ↗O livro passa por Paris, Pontoise, Fontainebleau e a fogueira na ilha do Sena. Em 1972, tudo vira palco com fundo pintado. Em 2005, a prisão dos templários ganha multidões de figurantes.
ver fonte ↗Jacques de Molay aparece pouco no livro, mas a maldição dele move a saga. Em 2005, o papel foi dado a um astro, Gérard Depardieu; em 1972 era Xavier Depraz.
ver fonte ↗Druon descreve o frio e a ruína da fortaleza onde Marguerite está presa. A versão de 1972 resolve tudo com cenário mínimo e luz de teatro, deixando o peso para a atriz Muriel Baptiste.
ver fonte ↗O livro é um romance histórico tradicional. Em 2005, os cenários do quadrinista Philippe Druillet dão à corte de Luís X um visual estranho, quase espacial.
ver fonte ↗Luís X, o rei nervoso e fraco do livro, foi vivido por Georges Ser em 1972 e por Guillaume Depardieu em 2005.
ver fonte ↗O livro mostra o exército de Luís X atolado em Flandres. A versão de 1972, feita em estúdio, fica no essencial; a de 2005 aposta em batalhas com figurantes.
ver fonte ↗A Mahaut do livro é grande, rude e assustadora. Em 1972, Hélène Duc fez dela uma figura de teatro; em 2005, o papel foi de Jeanne Moreau.
ver fonte ↗Druon conta os venenos e as intrigas com a distância de um cronista. A versão de 2005 reorganiza a trama, acelera a ação e mostra sexo e violência com franqueza que a de 1972 não tinha.
ver fonte ↗Em 1972, A Lei dos Varões tem um episódio só dele. Em 2005, a série tem cinco episódios e nenhum leva o nome deste livro: a história dele fica espremida entre os vizinhos.
ver fonte ↗O Filipe de Poitiers do livro é frio e calculista. Em 1972, ele foi vivido por Josep Maria Flotats; em 2005, por Éric Ruf, da Comédie-Française.
ver fonte ↗Joana, a filha de Mahaut que vira rainha neste livro, foi vivida em 2005 por Julie Depardieu. Em 1972, era Catherine Rich.
ver fonte ↗Metade do livro se passa na Inglaterra, da Torre de Londres ao castelo de Berkeley. A versão de 1972 leva tudo para o mesmo tipo de palco, com fundos pintados.
ver fonte ↗O casal central do livro foi vivido por Geneviève Casile e Claude Giraud em 1972, e por Julie Gayet e Bruno Todeschini em 2005.
ver fonte ↗O rei inglês que o livro pinta como fraco e dominado pelos favoritos foi vivido por Michel Beaune em 1972 e por Christopher Buchholz em 2005.
ver fonte ↗O romance se chama Le Lis et le Lion. Nas duas minisséries, o último episódio aparece como Le Lys et le lion, com a grafia antiga da flor.
ver fonte ↗A TV termina aqui. As duas minisséries adaptam só os seis primeiros livros, e Quando um Rei Perde a França nunca foi filmado.
ver fonte ↗Este é o livro de Robert d'Artois. Jean Piat o viveu em 1972, num elenco tirado em boa parte do teatro; em 2005 o papel foi de Philippe Torreton.
ver fonte ↗O sexto livro saiu em 1960 e este só em 1977, pela Plon, e não pela Del Duca. Em inglês, ele só foi publicado pela primeira vez na reedição da HarperCollins, entre 2013 e 2015.
ver fonte ↗Martin chamou a série de "o Game of Thrones original" e escreveu o prefácio da reedição inglesa de 2013. Ele cita Druon como inspiração de As Crônicas de Gelo e Fogo.
ver fonte ↗Trancado. Esses detalhes contam coisas do título. Marque como visto para liberar.
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