Curiosidades, título por título: 39 no total. Toque numa capa para ver os dele. Os títulos que você ainda não marcou como lido ficam trancados, para não estragar a surpresa.
Saint Seiya estreou na Weekly Shōnen Jump em 3 de dezembro de 1985. Começou devagar e só virou sucesso uns seis meses depois.
ver fonte ↗O visual de Seiya foi baseado em Ryūji Takane, herói de Ring ni Kakero (1977), mangá de boxe do próprio Kurumada. A mistura de luta com mitologia também veio de lá.
ver fonte ↗Kurumada pensou primeiro em luta livre e depois em caratê, inspirado em The Karate Kid (1984). A editora recusou, e ele foi buscar os mitos gregos e as constelações.
ver fonte ↗A Final Edition, que a JBC anunciou na CCXP22, traz cenas redesenhadas por Kurumada, diálogos revistos e trechos inéditos. O vol. 1 tem 80 páginas extras.
ver fonte ↗As armaduras foram inspiradas no livro Sexy Robot (1983), do ilustrador Hajime Sorayama. Antes, Kurumada chegou a pensar em vestes de monge budista.
ver fonte ↗No mito, Perseu vence a Medusa olhando o reflexo no escudo. Aqui Algol de Perseu usa o escudo da Medusa, e Shiryu se cega para não olhar.
ver fonte ↗No fim do arco, o Grande Mestre manda Aioria de Leão ao Japão para matar Seiya. É o primeiro Cavaleiro de Ouro a entrar na briga.
ver fonte ↗Kurumada planejava pouco. O confronto de Hyoga com Camus, seu mestre, foi decidido no meio da publicação.
ver fonte ↗O vol. 9 da Final Edition da JBC traz de bônus a história extra Natássia do Reino de Gelo.
ver fonte ↗As Doze Casas ocupam do vol. 8, The 12 Palaces, ao vol. 13, Athena Revives. É o arco mais longo do clássico, e no anime virou 45 episódios.
ver fonte ↗No mangá, Poseidon vem logo depois das Doze Casas. Asgard foi inventada para o anime, que estava alcançando o gibi.
ver fonte ↗O vol. 10 da Final Edition da JBC tem sobrecapa variante de artistas brasileiros: lápis de José Luís, arte-final de Oren Junior e cores de Marcos Martins.
ver fonte ↗Cada General Marina guarda o pilar de um dos sete mares que sustentam o templo submarino. Derrubar todos é o único jeito de chegar a Poseidon.
ver fonte ↗Trazer de volta Cavaleiros de Ouro mortos, agora como traidores, foi um aceno de Kurumada aos fãs, que pediam os dourados de novo.
ver fonte ↗O mangá chegou a Hades no fim de 1989, quando a série de TV já tinha acabado. Esse arco só foi animado a partir de 2002, nos 31 episódios em vídeo.
ver fonte ↗O vol. 21 se chama Under the Sal Trees. Pela tradição budista, Buda morreu entre duas árvores sal, e é ali que Shaka faz sua última luta.
ver fonte ↗O Inferno de Hades foi inspirado no Inferno de Dante, da Divina Comédia, com seus círculos e prisões.
ver fonte ↗Shun ser o receptáculo de Hades não estava planejado. Kurumada decidiu a virada durante a publicação.
ver fonte ↗O vol. 23 se chama The Acheron Crossing. Na mitologia, o Aqueronte é o rio que as almas atravessam no barco de Caronte para entrar no mundo dos mortos.
ver fonte ↗O mangá saiu da Jump no fim de 1990, e o capítulo final foi publicado na primeira edição da V Jump, com data de 12 de dezembro de 1990.
ver fonte ↗Anos depois, o próprio Kurumada disse que as Armaduras Divinas ficaram exageradas.
ver fonte ↗Kurumada pensou em arcos com Apolo e Ártemis depois de Hades, mas desistiu pelo volume de trabalho e foi fazer a continuação de Ring ni Kakero.
ver fonte ↗O clássico fecha com 110 capítulos em 28 volumes. Nos EUA, a VIZ lançou tudo como Knights of the Zodiac entre 2004 e 2010.
ver fonte ↗Next Dimension começou em 2006 e só terminou em 4 de julho de 2024, com várias pausas no caminho.
ver fonte ↗Na revista os capítulos saíam em preto e branco, mas os volumes são todos coloridos. Nos 14 primeiros capítulos, a borda das páginas imitava um céu estrelado.
ver fonte ↗A ideia inicial era publicar Next Dimension junto com The Lost Canvas, como duas visões da mesma guerra. As histórias se afastaram e o plano caiu.
ver fonte ↗Depois do fim, Kurumada lançou os epílogos Saint Seiya Then e, em 14 de maio de 2026, começou a continuação Heaven Chapter na Shōnen Champion.
ver fonte ↗Shiori Teshirogi desenhava mangá para garotas antes de The Lost Canvas e teve de adaptar o traço para o mangá de luta. Kurumada autorizou a história.
ver fonte ↗O nome de Albafica, o Cavaleiro de Peixes, veio de nomes de rosas, a flor-símbolo da casa de Peixes.
ver fonte ↗A história se passa no século 18, na Guerra Santa anterior à de Seiya. Tenma é o Pégaso daquela época.
ver fonte ↗Na mitologia, Thanatos, a morte, e Hypnos, o sono, são irmãos gêmeos, filhos de Nix, a Noite.
ver fonte ↗Morfeu e Oneiros vêm dos Oneiroi, os deuses dos sonhos da mitologia grega, filhos de Hypnos.
ver fonte ↗A TMS fez 26 episódios em vídeo, entre 2009 e 2011, seguindo o mangá de perto. O estúdio diz que não vai continuar, e o resto do mangá nunca foi animado.
ver fonte ↗O Argo leva o nome do navio de Jasão e dos argonautas na busca pelo velocino de ouro.
ver fonte ↗Dégel de Aquário enfrenta Unity na Atlântida, a ilha lendária que Platão descreveu como engolida pelo mar.
ver fonte ↗The Lost Canvas vendeu cerca de 6,7 milhões de cópias no Japão até 2013. A crítica elogiou os Cavaleiros de Ouro e o desenho.
ver fonte ↗The Lost Canvas correu na Weekly Shōnen Champion de agosto de 2006 a abril de 2011, com 223 capítulos em 25 volumes.
ver fonte ↗O epílogo pula 243 anos e liga a história ao começo da série clássica.
ver fonte ↗Depois do fim, Teshirogi fez The Lost Canvas Anecdotes (2011–2016, 16 volumes), com histórias curtas dos Cavaleiros antes da guerra.
ver fonte ↗Trancado. Esses detalhes contam coisas do título. Marque como visto para liberar.
Texto original da Sagaspedia. Cartazes: The Movie Database (TMDB); fotos de personagens via Wikipedia. Este site usa a API do TMDB, mas não é endossado nem certificado pelo TMDB. Todas as marcas e títulos citados pertencem a seus respectivos donos. A disponibilidade em streaming pode mudar.
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