O que mudou no filme, título por título: 46 no total. Toque numa capa para ver os dele. Os títulos que você ainda não marcou como lido ficam trancados, para não estragar a surpresa.
A balsa com uma lanterna acesa que engana o Acheron à noite vem do primeiro livro, da época em que Jack comandava o pequeno Sophie. O filme leva a ideia para a Surprise.
ver fonte ↗O livro começa com Jack e Stephen se conhecendo num concerto em Port Mahon, em 1800, e quase duelando por causa de uma cotovelada. No filme, os dois já são velhos amigos.
ver fonte ↗No livro, Jack acaba de ser promovido e ganha seu primeiro comando, a chalupa Sophie, no Mediterrâneo. O filme já o coloca no comando de uma fragata, cinco anos depois.
ver fonte ↗O combate final se baseia na Batalha do Cabo de Santa Maria, de 5 de outubro de 1804, quando quatro fragatas britânicas pararam uma flotilha espanhola carregada de ouro.
ver fonte ↗Boa parte do livro se passa em terra, entre bailes e casas de campo. Um artigo do New York Times de 1998 lembra que ele já foi chamado de homenagem de O'Brian a Jane Austen.
ver fonte ↗Stephen tira a bala do próprio corpo com a ajuda de um espelho nos dois. No livro, a bala vem de um duelo em Calcutá. No filme, de um tiro acidental do capitão dos fuzileiros, que mirava um albatroz.
ver fonte ↗A primeira viagem da Surprise com Jack vai para o Oriente, com um embaixador a bordo, e passa por Bombaim e Calcutá. O filme manda o navio para o Cabo Horn e o Pacífico.
ver fonte ↗No livro, Stephen pede Diana Villiers em casamento e Jack reencontra a noiva, Sophia. O filme deixa as duas de fora e fica quase só no mar.
ver fonte ↗A ação segue de perto a campanha real de Maurício, de 1809 a 1811, comandada pelo comodoro Josias Rowley. A Reunião caiu em julho de 1810 e Maurício em dezembro.
ver fonte ↗O ferimento no olho do capitão Clonfert copia o de Nesbit Willoughby, capitão do Néréide, na Batalha de Grand Port, em agosto de 1810.
ver fonte ↗A batida do Leopard num iceberg foi inspirada no que aconteceu com o HMS Guardian, do comandante Edward Riou, em 1789.
ver fonte ↗A missão de Jack é levar ajuda ao governador Bligh, o mesmo do motim do Bounty. Ele tinha sido deposto na Rebelião do Rum, em 1808, na Austrália.
ver fonte ↗Os dois combates do livro existiram: a derrota do HMS Java para a USS Constitution, em 29 de dezembro de 1812, e a vitória do Shannon sobre o Chesapeake, em 1º de junho de 1813.
ver fonte ↗O livro saiu no Reino Unido em 1979 e só ganhou edição nos Estados Unidos em 1991, pela W. W. Norton.
ver fonte ↗Em 1807, a Espanha mandou uns 15 mil soldados para a Dinamarca, sem notícias de casa. A ilha de Grimsholm é inventada, mas lembra a deserção real dessas tropas.
ver fonte ↗Presos no Templo, em Paris, Jack, Stephen e Jagiello cavam a rota de fuga pelo duto da latrina.
ver fonte ↗A batalha final usa o combate real de 1808 entre o HMS Seahorse e a fragata turca Badere Zaffer, armada com canhões pesadíssimos de 42 libras.
ver fonte ↗Um marinheiro diz que Jack abordou "como Nelson", lembrando o salto de Nelson entre navios espanhóis em São Vicente. Nelson é o modelo de Jack.
ver fonte ↗O título sai de uma fala de Suffolk em Henrique VI, Parte 2, de Shakespeare.
ver fonte ↗Parte da trama vem de conversas que Jack e Stephen nunca ouvem. O leitor descobre a traição antes dos heróis.
ver fonte ↗No livro, o inimigo é a fragata americana USS Norfolk, na Guerra de 1812. O filme troca por um corsário francês, o Acheron, e volta para 1805, nas guerras napoleônicas.
ver fonte ↗No livro, o aspirante Hollom tem um caso com a jovem mulher do artilheiro e acaba morto pelo marido. No filme, a tripulação o trata como pé-frio e ele se joga no mar.
ver fonte ↗No livro, a Surprise passa pelas Galápagos e segue a caça até as Marquesas. Jack e Stephen caem no mar e o Norfolk acaba destruído num recife. O filme faz das ilhas o palco da batalha final.
ver fonte ↗O livro abre com Stephen descobrindo que os franceses infiltraram a inteligência britânica. O filme deixa de fora o trabalho dele como espião, e Christopher Hitchens reclamou disso.
ver fonte ↗O escândalo na bolsa e o julgamento de Jack copiam a Grande Fraude da Bolsa de 1814, que derrubou Thomas Cochrane. Ele também foi condenado ao pelourinho, pena depois cancelada.
ver fonte ↗Starling Lawrence, editor da W. W. Norton, leu este livro em 1989 e convenceu a editora a lançar a série nos Estados Unidos. Em 2009, Russell Crowe disse que ele seria a base de um segundo filme, que não saiu.
ver fonte ↗Foi o primeiro livro da série lançado pela Norton em capa dura e brochura, em agosto de 1990, e vendeu logo de cara.
ver fonte ↗Foi o primeiro com capa de Geoff Hunt na primeira edição. A Collins encomendou as pinturas a ele em 1988, e o estilo virou a cara da série.
ver fonte ↗O encalhe num recife e o que vem depois podem ter saído da perda do HMS Alceste, que bateu num recife sem mapa no estreito de Gaspar, em 1817.
ver fonte ↗Richard Snow, no New York Times, chamou a série de "os melhores romances históricos já escritos", e a frase ajudou a despertar o público americano.
ver fonte ↗Jack batiza o navio de Nutmeg of Consolation, a "Noz-Moscada da Consolação", um dos títulos do sultão de Pulo Prabang.
ver fonte ↗Na nota do autor, O'Brian credita The Fatal Shore, de Robert Hughes, pela pesquisa sobre a colônia penal de Nova Gales do Sul. O Dr. Redfern existiu.
ver fonte ↗Nos Estados Unidos, o livro virou The Truelove, nome de um baleeiro da trama. Segundo Dick Adler, os editores acharam que Clarissa Oakes soava parecido demais com Jane Austen.
ver fonte ↗O vestido de noiva de Clarissa é feito com a seda vermelha que Jack tinha comprado para Sophie.
ver fonte ↗O título é a tradução de uma expressão que Homero repete várias vezes para descrever o mar.
ver fonte ↗A travessia de Stephen pelos Andes, com lhamas e um guia local, termina numa nevasca que custa a ele alguns dedos dos pés.
ver fonte ↗A esquadra de Jack age com base na Lei do Comércio de Escravos de 1807, que deixava navios negreiros sujeitos a apreensão pela Marinha. Os libertos iam para Freetown.
ver fonte ↗A filha de Stephen, Brigid, começa o livro com atrasos no desenvolvimento e melhora muito com Padeen por perto. A bordo do Ringle, ela já fala irlandês e inglês.
ver fonte ↗"Yellow admiral" era o capitão promovido a contra-almirante sem esquadra. Como não existia esquadra amarela, Jack vê isso como um insulto à sua carreira.
ver fonte ↗Em casa, Jack usa seus direitos de senhor das terras para impedir o cercamento de Simmons Lea, um pasto comunitário que o vizinho quer fechar.
ver fonte ↗O título fala do período em que Napoleão fugiu de Elba e voltou ao poder na França, até Waterloo.
ver fonte ↗O Blue Peter, o diamante valioso de Diana que aparece desde os primeiros livros, é enterrado com ela.
ver fonte ↗Uma bandeira azul no mastro da mezena marcava o contra-almirante da esquadra azul, o posto mais baixo de almirante na Marinha da época. Daí o título.
ver fonte ↗A trama lembra o que Lord Cochrane fez de verdade: montou e comandou a Marinha do Chile a partir de 1818. A Esmeralda real foi capturada em 1820.
ver fonte ↗Em 1999, O'Brian contou a um entrevistador que já estava no terceiro capítulo de um 21º livro, mesmo com a série dada como encerrada. Ele morreu em janeiro de 2000.
ver fonte ↗O fac-símile do manuscrito traz um rabisco de O'Brian com a disposição dos lugares de um jantar imaginário a bordo.
ver fonte ↗Trancado. Esses detalhes contam coisas do título. Marque como visto para liberar.
Texto original da Sagaspedia. Cartazes: The Movie Database (TMDB); fotos de personagens via Wikipedia. Este site usa a API do TMDB, mas não é endossado nem certificado pelo TMDB. Todas as marcas e títulos citados pertencem a seus respectivos donos. A disponibilidade em streaming pode mudar.
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