Detalhes escondidos em cada filme e série: 81 no total. Toque num cartaz para ver os dele. Os títulos que você ainda não marcou como visto ficam trancados, para não estragar a surpresa.
Na sala do Dr. No aparece o retrato do Duque de Wellington, de Goya, que tinha sido roubado da National Gallery pouco antes das filmagens. Ken Adam pintou a réplica num fim de semana.
ver fonte ↗A abertura dentro do cano de arma foi criada por Maurice Binder com uma câmera pinhole dentro de um cano de revólver calibre .38. Quem caminha na mira não é Sean Connery: é o dublê Bob Simmons.
ver fonte ↗No jantar, o Dr. No conta a Bond que trabalha para a SPECTRE, uma organização criminosa sem bandeira. Bond recusa o convite para entrar. Esse nome volta mais tarde.
ver fonte ↗O líder da SPECTRE aparece só de costas, com as mãos fazendo carinho num gato branco. O rosto fica escondido; Anthony Dawson faz o corpo e Eric Pohlmann, a voz.
ver fonte ↗John F. Kennedy pôs o livro de Ian Fleming entre os dez favoritos dele. O filme foi o último que ele assistiu na Casa Branca, em 20 de novembro de 1963, dois dias antes de ser assassinado.
ver fonte ↗Desmond Llewelyn aparece pela primeira vez como o Major Boothroyd, chefe de equipamentos, e entrega a maleta cheia de truques. Ele faria o papel em 17 filmes, até 1999.
ver fonte ↗A equipe não pôde entrar no Fort Knox de verdade, então Ken Adam imaginou o cofre como uma catedral de ouro empilhado. Os lingotes de mentira eram tão convincentes que Pinewood pôs guarda 24 horas no set.
ver fonte ↗O Aston Martin DB5 ganhou placa giratória e assento ejetor por sugestão da equipe; o assento foi ideia do enteado do diretor Guy Hamilton. A miniatura da Corgi virou o brinquedo mais vendido de 1964.
ver fonte ↗Gert Fröbe quase não falava inglês e decorou as falas pelo som. A voz de Goldfinger foi toda redublada pelo ator Michael Collins.
ver fonte ↗Thunderball seria a estreia da série, mas Kevin McClory e Jack Whittingham processaram Fleming dizendo que o livro vinha de um roteiro deles. O acordo deu a McClory o crédito de produtor, e a briga pelos direitos ainda renderia muita história.
ver fonte ↗Na piscina com tubarões de verdade, uma parede de acrílico protegia Connery. Um dos tubarões passou pela barreira e o ator saiu correndo da água.
ver fonte ↗O cinto-foguete que Bond usa para fugir no começo era um aparelho real da Bell e depois voou no intervalo do primeiro Super Bowl. John Stears ganhou o Oscar de efeitos visuais pelo filme.
ver fonte ↗O autor de A Fantástica Fábrica de Chocolate escreveu o roteiro. Achou o livro de Fleming fraco e manteve só quatro ou cinco elementos, criando personagens como Aki e Helga Brandt.
ver fonte ↗Em março de 1966, parte da equipe cancelou o voo 911 da BOAC de volta a Londres para ver uma demonstração de ninjas. O avião caiu 25 minutos depois da decolagem, sem sobreviventes.
ver fonte ↗O tcheco Jan Werich foi escalado primeiro, mas parecia um Papai Noel bonzinho. Donald Pleasence assumiu e criou a cicatriz no olho que virou a marca do vilão.
ver fonte ↗George Lazenby era modelo e nunca tinha atuado. Os produtores o notaram num comercial de chocolate Fry's. Ele recebeu oferta para sete filmes e saiu depois deste.
ver fonte ↗Depois de ver a moça fugir na praia, Bond olha para a câmera e diz que aquilo nunca aconteceu com o outro sujeito. É a piada do filme com a troca de ator.
ver fonte ↗Para dar peso ao novato, os produtores escalaram Diana Rigg, já famosa como Emma Peel na série The Avengers. Brigitte Bardot foi sondada antes.
ver fonte ↗A United Artists pagou a Sean Connery US$ 1,25 milhão para voltar ao papel, um recorde na época, e ainda ofereceu dois filmes à escolha dele.
ver fonte ↗Na perseguição em Las Vegas, o Mustang entra no beco sobre as rodas da direita e sai sobre as da esquerda. O erro de continuidade ficou no filme.
ver fonte ↗Os produtores acharam o veículo lunar da NASA sem graça. O construtor Dean Jeffries acrescentou braços que se mexem.
ver fonte ↗A canção de Paul McCartney e dos Wings consumiu quase toda a verba de música. Sem John Barry, a trilha ficou com George Martin, produtor dos Beatles.
ver fonte ↗Ross Kananga, dono da criação de crocodilos da locação, fez em pessoa o pulo de Bond sobre os animais; um deles rasgou a calça dele. O vilão Kananga ganhou o nome por causa dele.
ver fonte ↗Q não aparece: os produtores acharam que os gadgets estavam tomando conta da série. É o único filme da fase clássica sem o personagem.
ver fonte ↗Christopher Lee, o Scaramanga, era primo postiço de Ian Fleming. Fleming já tinha sugerido o nome dele para o papel do Dr. No.
ver fonte ↗O salto do AMC Hornet girando 360 graus sobre a ponte foi simulado antes em computador pelo Cornell Aeronautical Laboratory. O dublê Bumps Willert acertou de primeira.
ver fonte ↗O xerife J.W. Pepper, de Live and Let Die, reaparece de férias na Tailândia. O diretor Guy Hamilton gostava tanto do personagem que o trouxe de volta.
ver fonte ↗O salto de esqui com paraquedas da bandeira britânica custou US$ 500 mil, a cena de dublê mais cara até então. Rick Sylvester se inspirou num anúncio de uísque.
ver fonte ↗O diretor de fotografia estava perdendo a visão e não conseguia iluminar o enorme 007 Stage. Segundo Ken Adam, Stanley Kubrick visitou o set em segredo para dar conselhos.
ver fonte ↗No fim dos créditos, o aviso diz que Bond volta em For Your Eyes Only. O sucesso de Star Wars mudou os planos e o filme seguinte foi outro.
ver fonte ↗O diretor Lewis Gilbert recebeu cartas de crianças perguntando por que Jaws não podia ser do bem. Por isso o capanga vai mudando de lado ao longo do filme.
ver fonte ↗O produtor executivo Michael G. Wilson aparece como turista na frente de uma loja de vidro em Veneza e depois como técnico da Marinha americana.
ver fonte ↗O cabo do bondinho que Jaws morde com os dentes de aço era feito de alcaçuz.
ver fonte ↗O filme abre com Bond deixando flores no túmulo de Tracy Bond, a esposa de On Her Majesty's Secret Service. A lápide diz: "We have all the time in the world".
ver fonte ↗O vilão careca de cadeira de rodas e gato branco no começo nunca é chamado pelo nome por causa da briga judicial com Kevin McClory. "Deixamos o público tirar as conclusões", disse o diretor John Glen.
ver fonte ↗Sheena Easton é a única intérprete de tema de Bond a aparecer cantando na abertura. Maurice Binder gostou tanto dela que a pôs na sequência de créditos.
ver fonte ↗Roger Moore queria parar, e os produtores testaram Timothy Dalton, Lewis Collins e James Brolin. Quando Sean Connery anunciou um 007 rival, convenceram Moore a ficar.
ver fonte ↗Vijay Amritraj, tenista profissional, foi o primeiro do elenco: Albert Broccoli o conheceu em Wimbledon. No filme, ele usa uma raquete como arma.
ver fonte ↗Maud Adams já tinha sido Andrea Anders em The Man with the Golden Gun. Para justificar uma Octopussy sueca, o roteiro diz que ela foi criada por uma família indiana.
ver fonte ↗David Bowie recusou Max Zorin: não queria passar cinco meses vendo o dublê cair de penhascos. Sting também foi sondado antes de Christopher Walken aceitar.
ver fonte ↗Dolph Lundgren estava no set visitando a namorada, Grace Jones. O diretor John Glen o pôs como um agente da KGB na cena do hipódromo.
ver fonte ↗O baixista John Taylor, meio bêbado numa festa, perguntou a Broccoli quando ele ia chamar alguém decente para um tema. A música do Duran Duran chegou ao 1º lugar da Billboard.
ver fonte ↗Pierce Brosnan chegou a receber a oferta, mas a NBC renovou Remington Steele e prendeu o ator ao contrato. Timothy Dalton aceitou o papel por telefone, de um hotel no aeroporto de Miami.
ver fonte ↗É a última trilha de John Barry na série. No fim, em Viena, ele aparece regendo a orquestra.
ver fonte ↗O a-ha compôs o tema com Pål Waaktaar, mas a banda e John Barry não se entenderam. O resultado foram duas versões da música.
ver fonte ↗O título original era Licence Revoked, trocado porque o público americano associou a expressão à carteira de motorista. Foi o primeiro 007 sem nome de livro de Fleming.
ver fonte ↗O ataque do tubarão a Felix Leiter e o bilhete "Ele discordou de algo que o comeu" saíram do livro Live and Let Die, de Fleming, que o filme de 1973 não usou.
ver fonte ↗O capanga Dario é Benicio del Toro, com 21 anos, num dos primeiros papéis no cinema. O cantor Wayne Newton faz o televangelista Joe Butcher.
ver fonte ↗Judi Dench é a primeira mulher no papel de M. A escolha veio na esteira de Stella Rimington, que assumiu o MI5 em 1992.
ver fonte ↗O bungee jump de 220 metros na abertura foi feito na represa de Contra, na Suíça. Uma enquete da Sky Movies de 2002 o elegeu a melhor cena de dublê do cinema.
ver fonte ↗Pinewood estava ocupado, então a Eon transformou uma antiga fábrica da Rolls-Royce em estúdio. GoldenEye foi a primeira produção dos Leavesden Studios.
ver fonte ↗O título seria Tomorrow Never Lies, por causa do jornal do vilão. Um fax foi lido errado como Tomorrow Never Dies, e a MGM gostou tanto que manteve.
ver fonte ↗É a estreia da Walther P99 nas mãos de Bond, no lugar da PPK que ele usava desde Dr. No, com exceção de Moonraker.
ver fonte ↗Foi o primeiro 007 feito depois da morte do produtor Albert R. "Cubby" Broccoli, homenageado nos créditos finais. Também foi o último lançado com a marca United Artists.
ver fonte ↗John Cleese estreia como o assistente de Q. Bond não perde a piada: "Se você é Q, isso faz dele R?".
ver fonte ↗Foi o último filme de Desmond Llewelyn como Q, depois de 36 anos. Ele não tinha anunciado aposentadoria, mas morreu num acidente de carro pouco depois da estreia.
ver fonte ↗A produtora Barbara Broccoli definiu Elektra assim: Bond acha que encontrou outra Tracy, mas na verdade encontrou Blofeld. Ela é a primeira mulher a ser a vilã principal.
ver fonte ↗Para os 40 anos da série, o filme tem acenos a todos os anteriores. No depósito de Q dá para ver o jetpack de Thunderball e o sapato com lâmina de Rosa Klebb, de From Russia with Love.
ver fonte ↗Halle Berry sai do mar de biquíni laranja e faca no cinto, igual a Ursula Andress como Honey Ryder em Dr. No.
ver fonte ↗Madonna canta o tema e aparece como Verity, a professora de esgrima do clube onde Bond enfrenta Graves. A música foi indicada ao Globo de Ouro e ao Framboesa de Ouro.
ver fonte ↗O anúncio de Daniel Craig, em 2005, gerou protesto de fãs e até um site contra ele. O Daily Mirror estampou "The Name's Bland – James Bland". Craig se recusou a pintar o cabelo.
ver fonte ↗Na estrada de Montenegro, o Aston Martin DBS capota sete vezes, empurrado por um canhão de ar. A cena entrou para o Guinness.
ver fonte ↗O fugitivo Mollaka, da perseguição em Madagascar, é Sébastien Foucan, um dos criadores do free running. A ideia veio de um documentário produzido pela esposa do roteirista Neal Purvis.
ver fonte ↗Paul Haggis entregou o roteiro duas horas antes da greve de roteiristas de 2007. Sem poder contratar ninguém, Daniel Craig e o diretor Marc Forster reescreveram cenas por conta própria.
ver fonte ↗Strawberry Fields é encontrada morta na cama, coberta de petróleo. É uma homenagem direta a Jill Masterson coberta de ouro em Goldfinger.
ver fonte ↗Uma Gal Gadot ainda desconhecida fez teste para Camille. Não ficou com o papel, que foi de Olga Kurylenko, mas o teste ajudou a abrir a carreira dela.
ver fonte ↗Daniel Craig convidou Sam Mendes para dirigir numa festa de Natal de Hugh Jackman, depois de umas doses. No dia seguinte, avisou Barbara Broccoli: "Acho que ofereci o próximo filme a Sam Mendes".
ver fonte ↗Bond tira da garagem o Aston Martin DB5 com os truques de Goldfinger. Quando M reclama, ele ameaça apertar o botão do assento ejetor.
ver fonte ↗Skyfall, de Adele, foi o primeiro tema de 007 a ganhar o Oscar de canção original. A música saiu no James Bond Day, 50 anos depois da estreia de Dr. No.
ver fonte ↗O capanga Mr. Hinx, de Dave Bautista, diz uma única palavra no filme inteiro: um palavrão. É uma volta ao capanga calado, como Oddjob.
ver fonte ↗A explosão da base no deserto, filmada no Marrocos, entrou para o Guinness: 8.140 litros de querosene e 24 cargas de um quilo de explosivo cada.
ver fonte ↗A luta com Hinx no vagão-restaurante do trem repete a briga com Red Grant no Expresso Oriente, de From Russia with Love.
ver fonte ↗A canção de Louis Armstrong de On Her Majesty's Secret Service toca no filme, e Bond repete a frase do título para Madeleine. É o aceno mais forte da era Craig ao filme de 1969.
ver fonte ↗Cary Joji Fukunaga foi o primeiro americano a dirigir um 007 da Eon. Phoebe Waller-Bridge, de Fleabag, revisou o roteiro a pedido de Daniel Craig.
ver fonte ↗Billie Eilish gravou o tema aos 18 anos, a artista mais jovem a fazer uma música de 007, com o irmão Finneas. A canção ganhou o Grammy e o Oscar.
ver fonte ↗Em 1971, Sean Connery disse que nunca mais faria Bond. O título brinca com isso, e o roteiro fala o tempo todo de um agente velho demais para o serviço.
ver fonte ↗O instrutor de artes marciais do filme era Steven Seagal, que quebrou o pulso de Connery num treino. O ator só descobriu a fratura mais de dez anos depois.
ver fonte ↗Como o filme não é da Eon, não pôde usar a abertura no cano de arma nem o tema de James Bond. John Barry recusou por lealdade à Eon, e a trilha ficou com Michel Legrand.
ver fonte ↗John Huston, Ken Hughes, Joe McGrath, Robert Parrish e Val Guest dirigiram partes diferentes, e o coordenador de dublês Richard Talmadge ajudou no final. Guest recusou o crédito de diretor coordenador.
ver fonte ↗Peter Sellers saiu antes de terminar as cenas dele. A montagem teve que se virar com sobras de filmagem, e uma sequência dele nunca foi filmada.
ver fonte ↗Peter O'Toole e o piloto Stirling Moss aparecem sem crédito. George Raft e Jean-Paul Belmondo têm destaque no cartaz, mas surgem só na pancadaria final.
ver fonte ↗Trancado. Esses detalhes contam coisas do título. Marque como visto para liberar.
Texto original da Sagaspedia. Cartazes: The Movie Database (TMDB); fotos de personagens via Wikipedia. Este site usa a API do TMDB, mas não é endossado nem certificado pelo TMDB. Todas as marcas e títulos citados pertencem a seus respectivos donos. A disponibilidade em streaming pode mudar.
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