Curiosidades, título por título: 19 no total. Toque numa capa para ver os dele. Os títulos que você ainda não marcou como lido ficam trancados, para não estragar a surpresa.
A palavra ciberespaço aparece pela primeira vez no conto "Burning Chrome", publicado na revista Omni em julho de 1982. Gibson inventou o termo para a rede de computadores vista como um espaço gráfico.
ver fonte ↗Gibson leu "Burning Chrome" em voz alta pela primeira vez em Denver, em 1981, para quatro pessoas. Uma delas era Bruce Sterling, que, segundo Gibson, "entendeu tudo". Sterling assina o prefácio da coletânea.
ver fonte ↗"Johnny Mnemonic" virou filme em 1995, com Keanu Reeves e roteiro do próprio Gibson. "New Rose Hotel" foi filmado por Abel Ferrara em 1998. Os romances da trilogia nunca chegaram ao cinema.
ver fonte ↗A mercenária de lentes espelhadas que protege Johnny em "Johnny Mnemonic", de 1981, é Molly. Gibson gostou tanto dela que a trouxe de volta no primeiro romance.
ver fonte ↗É de "Burning Chrome" a frase "a rua encontra seus próprios usos para as coisas", sobre como as pessoas dão às tecnologias usos que os criadores não previram. Ela é citada até hoje.
ver fonte ↗Gibson escreveu o livro sob encomenda para a segunda leva da coleção Ace Science Fiction Specials, editada por Terry Carr. Era o primeiro romance dele.
ver fonte ↗Gibson reescreveu os dois primeiros terços do livro 12 vezes e trabalhou sem roteiro definido, num estado que chamou de "pânico animal cego". Ele também admitiu que não entendia muito de computadores.
ver fonte ↗É o único romance que ganhou o Hugo, o Nebula e o Philip K. Dick. Em 2005, a revista Time o pôs na lista dos 100 melhores romances em inglês desde 1923.
ver fonte ↗Ciberespaço e "plugar-se" na matriz já tinham aparecido no conto "Burning Chrome", de 1981. O livro pegou essas ideias e as espalhou pelo mundo, junto com termos como ICE e flatline.
ver fonte ↗Depois de décadas de tentativas de filme que não saíram do papel, o livro virou série da Apple TV, com Callum Turner como Case e Briana Middleton como Molly. A estreia está marcada para 22 de janeiro de 2027.
ver fonte ↗O livro saiu antes em capítulos na Isaac Asimov's Science Fiction Magazine, de janeiro a março de 1986. A edição de janeiro, a de número 100 da revista, trazia a história na capa. Gibson aprovou uma versão com menos palavrões e sexo.
ver fonte ↗Count Zero é o apelido de Bobby e um trocadilho com o termo de computação "count zero interrupt". O livro o explica como uma instrução: ao receber uma interrupção, zere o contador.
ver fonte ↗As caixas que Marly procura imitam as do artista americano Joseph Cornell, famoso por montar pequenas caixas com objetos achados. Ele existiu de verdade e morreu em 1972.
ver fonte ↗Os hackers de Bobby falam de loas do vodu que agora aparecem no ciberespaço. Repare em quem eles podem ser: a resposta liga este livro ao anterior.
ver fonte ↗Foi indicado ao Nebula e ao prêmio da Associação Britânica de Ficção Científica em 1986, e ao Hugo e ao Locus em 1987. O crítico Dave Langford escreveu que era "um romance bem melhor" que Neuromancer.
ver fonte ↗O Aleph do livro tem o nome do conto de Jorge Luis Borges em que o Aleph é um ponto que contém todos os outros pontos do universo.
ver fonte ↗As esculturas robóticas de Slick Henry foram inspiradas em Mark Pauline, do grupo Survival Research Labs, conhecido por shows com máquinas que lutam e se destroem.
ver fonte ↗A mulher que protege Kumiko em Londres agora se chama Sally Shears. Quem leu Neuromancer reconhece Molly Millions logo nas primeiras cenas.
ver fonte ↗O nome do livro batiza uma faixa de Juno Reactor e Don Davis na trilha de Matrix Reloaded. Foi indicado ao Hugo e ao Nebula de melhor romance.
ver fonte ↗Trancado. Esses detalhes contam coisas do título. Marque como visto para liberar.
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