Curiosidades, título por título: 105 no total. Toque numa capa para ver os dele. Os títulos que você ainda não marcou como lido ficam trancados, para não estragar a surpresa.
Foi nesta série de 2012 que Carol Danvers trocou o nome de Ms. Marvel pelo de Capitã Marvel. O uniforme novo, que lembra um macacão de piloto, é de Jamie McKelvie.
ver fonte ↗Além de pegar elementos da Guerra Kree-Skrull, de 1971, os roteiristas do filme beberam na fase de Kelly Sue DeConnick. Kevin Feige destacou que a equipe leu o material sabendo que, agora, era uma mulher quem escrevia a personagem.
ver fonte ↗A série criou uma base de fãs organizada, a Carol Corps, que ajudou a manter a revista viva e a levar mais leitoras para os quadrinhos.
ver fonte ↗O roteirista Zak Penn montou o esboço de X2 em cima desta graphic novel, por achar que era uma base melhor do que a Fênix Negra. William Stryker vem daqui, mas no filme é militar, não pastor.
ver fonte ↗O artista original seria Neal Adams. Com a saída dele, Chris Claremont e a editora Louise Simonson chamaram Brent Anderson.
ver fonte ↗A história foi pensada para ficar fora da continuidade da revista mensal. Brent Anderson desenhou o rosto de Stryker inspirado no secretário de Estado americano Alexander Haig.
ver fonte ↗No plano original, Jean perderia os poderes e seria libertada. O editor-chefe Jim Shooter vetou: ela tinha destruído um sistema estelar inteiro e não podia sair impune. Daí veio o final da edição #137.
ver fonte ↗Simon Kinberg quis que a Fênix Negra fosse o centro emocional de X-Men: The Last Stand, enquanto a história da cura, de Gifted, ficava com a parte política.
ver fonte ↗Estas edições apresentam Kitty Pryde, Emma Frost e o Clube do Inferno, que viraram peças centrais dos X-Men nos filmes da Fox.
ver fonte ↗A "cura" mutante de X-Men: The Last Stand vem daqui. Simon Kinberg usou Gifted como o lado político do filme.
ver fonte ↗Oito anos antes de dirigir The Avengers, Joss Whedon escreveu estas 12 edições, com arte de John Cassaday.
ver fonte ↗Whedon trouxe Colossus de volta quatro anos depois da morte do personagem nos gibis, em 2001.
ver fonte ↗Hugh Jackman disse que a minissérie de Claremont e Miller é a sua história preferida do Wolverine. O filme de 2013 levou Logan para o Japão por causa dela.
ver fonte ↗Esta minissérie de 1982 foi a primeira história solo do Wolverine. Frank Miller desenhou logo depois de virar fenômeno em Demolidor.
ver fonte ↗Mariko Yashida, o pai dela, Shingen, e a guerreira Yukio vêm destas páginas e aparecem no filme, com mudanças.
ver fonte ↗Nos quadrinhos, quem manda a mente para o passado é Kate Pryde, a Kitty adulta. O filme trocou por Wolverine, mas Bryan Singer manteve Kitty como quem torna a viagem possível.
ver fonte ↗A história original ocupa apenas as edições #141 e #142 do Uncanny X-Men, de 1981. O encadernado traz as edições vizinhas, com a Tropa Alfa e o Wendigo.
ver fonte ↗Nos dois casos, a missão é evitar um assassinato que dispara o ódio aos mutantes. No gibi, o alvo é o senador Robert Kelly; no filme, Bolivar Trask.
ver fonte ↗Bryan Hitch desenhou o Nick Fury desta versão com o rosto de Samuel L. Jackson anos antes de o ator ser escalado para o papel no cinema.
ver fonte ↗Joss Whedon disse que The Avengers "volta à primeira formação dos Vingadores, volta aos Ultimates". A ideia de heróis reunidos pela S.H.I.E.L.D. vem daqui.
ver fonte ↗Os alienígenas que invadem a Terra no gibi se chamam Chitauri, o mesmo nome do exército que Loki traz para Nova York no filme.
ver fonte ↗O roteiro de Iron Man 3 parte principalmente de Extremis. Maya Hansen e Aldrich Killian foram levados para o filme, e o vilão Mallen virou parte de Eric Savin.
ver fonte ↗Warren Ellis e Adi Granov fizeram o arco como porta de entrada: Tony repensa a armadura para o século 21, e o traje passa a ficar guardado dentro do corpo dele.
ver fonte ↗O visual pintado de Adi Granov chamou a atenção de Jon Favreau, e o artista trabalhou no desenho das armaduras do primeiro Iron Man.
ver fonte ↗A morte de Bucky era tida como intocável na Marvel. Ed Brubaker trouxe o parceiro de Steve de volta como um assassino soviético, e a ideia foi direto para o filme de 2014.
ver fonte ↗A primeira edição abre com o assassinato do Caveira Vermelha, um sinal de que a fase de Brubaker seria um thriller de espionagem.
ver fonte ↗Este encadernado pula a edição #10, uma história avulsa ligada ao evento House of M, e reúne as #1 a #9 e #11 a #14.
ver fonte ↗A roteirista Nicole Perlman escolheu esta versão de Abnett e Lanning porque achava os personagens "os mais divertidos" entre todas as formações dos Guardiões.
ver fonte ↗A equipe se forma logo depois das sagas cósmicas Annihilation, quando Peter Quill decide montar um grupo que aja antes das crises. A base é Knowhere.
ver fonte ↗Além do quinteto do filme, a formação tem Mantis, Adam Warlock e Cosmo, o cão telepata de Knowhere, todos usados mais tarde nos filmes.
ver fonte ↗Entre as histórias aproveitadas na T1 de Daredevil está esta minissérie, que reconta a origem de Matt. Steven DeKnight disse que a temporada não adapta um arco só, mas busca o espírito dos gibis.
ver fonte ↗Aqui Matt começa a agir com uma roupa preta improvisada, sem chifres. A série da Netflix fez o mesmo na maior parte da T1.
ver fonte ↗Frank Miller voltou ao personagem que o consagrou e teve a arte de John Romita Jr., em cinco edições lançadas entre 1993 e 1994.
ver fonte ↗Alias foi um dos títulos que lançaram o selo MAX, a linha da Marvel para leitores adultos. Por isso o tom mais pesado, que a série da Netflix manteve.
ver fonte ↗Melissa Rosenberg contou que "muitas referências" na sala de roteiro vinham de Alias. As capas novas do encadernado são de David Mack, o capista original da revista.
ver fonte ↗Já nestas edições aparecem Luke Cage, com quem Jessica se envolve, e Carol Danvers, sua amiga. A Netflix trocou Carol por Trish Walker.
ver fonte ↗No gibi, a briga é sobre uma lei americana que obriga heróis a revelar a identidade. O filme trocou por um controle da ONU, os Acordos de Sokovia.
ver fonte ↗Tudo começa quando uma luta de heróis inexperientes perto de uma escola em Stamford termina numa explosão com mais de 600 mortos.
ver fonte ↗O vilão Helmut Zemo e o segredo ligado aos pais de Tony, que movem o terço final do filme, não existem no gibi.
ver fonte ↗Ta-Nehisi Coates escrevia o gibi enquanto o filme era feito. A equipe de Coogler se inspirou nos diálogos dele, na arte de Brian Stelfreeze e nas perguntas que a história faz.
ver fonte ↗Ayo e Aneka, das Dora Milaje, ganham destaque aqui. Ayo aparece no MCU, vivida por Florence Kasumba.
ver fonte ↗A edição #1, de 2016, foi o gibi mais vendido de abril daquele ano nos EUA. Foi a estreia de Coates nos quadrinhos.
ver fonte ↗Scott Derrickson escreveu uma cena de 12 páginas baseada em The Oath: Strange luta no plano astral enquanto uma médica tenta salvar o corpo dele. A ideia ficou no filme.
ver fonte ↗A médica que cuida de Strange aqui é a Enfermeira da Noite. No filme, o papel ficou com Christine Palmer, vivida por Rachel McAdams.
ver fonte ↗A minissérie é de Brian K. Vaughan, de Y: O Último Homem, com arte do espanhol Marcos Martin.
ver fonte ↗Brian K. Vaughan disse que a série do Hulu adaptou os gibis "com carinho" e apoiou mudanças, como deixar Molly mais velha e criar Amy, a irmã de Nico.
ver fonte ↗Runaways saiu pelo selo Tsunami, criado pela Marvel para atrair leitores jovens e fãs de mangá.
ver fonte ↗Old Lace, a dinossaura ligada por telepatia a Gert, nasceu aqui e foi para a série com efeitos digitais.
ver fonte ↗A terceira temporada de Daredevil se inspirou em Born Again. Charlie Cox disse que esperava ver uma adaptação mais fiel na série nova.
ver fonte ↗Apesar do título, Daredevil: Born Again, de 2025, não adapta diretamente esta história nem outro arco específico dos gibis.
ver fonte ↗Frank Miller voltou a Demolidor para escrever o arco, com arte de David Mazzucchelli, que depois faria Batman: Ano Um com ele.
ver fonte ↗A presença de Mark Ruffalo permitiu levar elementos de Planet Hulk para Ragnarok: o planeta Sakaar, a arena de gladiadores e os aliados Korg e Miek.
ver fonte ↗No gibi, quem manda em Sakaar é o Rei Vermelho. O filme pôs o Grão-Mestre no lugar, e o Hulk luta por gosto, não à força.
ver fonte ↗O Hulk vai parar no espaço porque um grupo secreto de heróis, os Illuminati, decide mandá-lo para longe da Terra.
ver fonte ↗O filme de 2018 se baseia principalmente nesta minissérie e no arco Planet of the Symbiotes. Daqui vieram São Francisco, a Fundação Vida e Carlton Drake.
ver fonte ↗No gibi, o Homem-Aranha vai a São Francisco e acaba lutando ao lado de Venom. O filme deixou o herói totalmente de fora.
ver fonte ↗A edição #1 saiu com capa vermelha metalizada, moda dos anos 90, e uma versão dourada rara, distribuída a lojistas.
ver fonte ↗Phil Lord e Chris Miller pediram para adaptar a saga Spider-Verse, de Dan Slott, como condição para fazer o filme, e usaram Miles Morales como centro.
ver fonte ↗Spider-Gwen e Peni Parker estrearam nas edições Edge of Spider-Verse, que fazem parte da saga, mas não estão neste volume.
ver fonte ↗Os vilões são os Herdeiros, uma família liderada por Morlun que se alimenta dos totens-aranha de cada universo.
ver fonte ↗Na primeira edição, Thanos estala os dedos com a manopla e apaga metade da vida do universo. Os filmes levaram o estalo para o fim de Infinity War.
ver fonte ↗No gibi, Thanos quer impressionar a Senhora Morte, a morte em pessoa. O filme trocou o romance pela ideia de equilibrar o universo.
ver fonte ↗George Pérez desenhou três edições e meia e saiu. Ron Lim terminou a série, e as vendas subiram a cada edição dele.
ver fonte ↗No gibi, Wanda reescreve o mundo inteiro. Em WandaVision, ela muda a realidade só da cidade de Westview.
ver fonte ↗Kevin Feige apresentou WandaVision a Elizabeth Olsen e Paul Bettany como uma mistura de House of M com o Visão de Tom King.
ver fonte ↗A minissérie de 8 edições foi escrita por Brian Michael Bendis e desenhada por Olivier Coipel, entre junho e novembro de 2005.
ver fonte ↗Feige se inspirou nas capas de Mike del Mundo para esta série, que misturam Norman Rockwell e sitcom dos anos 50, para o visual de WandaVision.
ver fonte ↗Aqui o Visão monta uma família sem Wanda: ele mesmo cria a esposa, Virginia, e os filhos gêmeos, Viv e Vin.
ver fonte ↗A série de 12 edições é de Tom King, ex-agente da CIA, com arte de Gabriel Hernandez Walta.
ver fonte ↗Malcolm Spellman disse que Truth foi uma grande influência em The Falcon and the Winter Soldier. Isaiah Bradley, vivido por Carl Lumbly, ganhou peso central na série.
ver fonte ↗O editor Axel Alonso ligou a ideia ao estudo de Tuskegee, em que o governo americano deixou homens negros com sífilis sem tratamento por décadas.
ver fonte ↗A arte é de Kyle Baker, num traço quase caricato que contrasta com a dureza da história.
ver fonte ↗Chloé Zhao partiu dos gibis originais de Jack Kirby, mas a fase de Neil Gaiman, de 2006, também está entre as influências do filme.
ver fonte ↗Gaiman e John Romita Jr. compararam Sprite, presa para sempre no corpo de criança, a Peter Pan, com cabelo curto e ruivo. O filme usou o mesmo visual.
ver fonte ↗A história gira em torno de um Celestial adormecido sob o Golden Gate Park, em São Francisco.
ver fonte ↗A série adaptou de Matt Fraction o cachorro Lucky, a Tracksuit Mafia e a perda de audição de Clint.
ver fonte ↗O roteirista-chefe Jonathan Igla gostava de como o gibi mostra o que um herói faz no dia de folga, num clima tão aconchegante quanto um filme de Natal.
ver fonte ↗A edição #11 é contada pelo ponto de vista de Lucky, o Pizza Dog, e virou uma das mais elogiadas da série.
ver fonte ↗A fase de Jeff Lemire e Greg Smallwood foi a principal inspiração da série. As de Bill Sienkiewicz e Warren Ellis entraram no visual e no Senhor Cavaleiro.
ver fonte ↗Lemire mostrou que os sintomas de transtorno dissociativo de Marc começaram na infância, muito antes de ele virar herói.
ver fonte ↗O gibi questiona se o deus Khonshu ajudou Marc ou provocou a condição dele, uma dúvida que a série também explora.
ver fonte ↗Kamala Khan foi a primeira personagem muçulmana a protagonizar uma revista da Marvel.
ver fonte ↗Este volume ganhou o Prêmio Hugo de Melhor História Gráfica em 2015.
ver fonte ↗No gibi, Kamala é Inumana e estica e muda a forma do corpo. A série mudou os poderes, e G. Willow Wilson, cocriadora, apoiou a mudança.
ver fonte ↗Taika Waititi descobriu a fase de Jason Aaron enquanto fazia Ragnarok e decidiu levar Gorr para Love and Thunder. Aaron foi consultor do filme.
ver fonte ↗A caçada a Gorr acontece em três épocas, com um Thor jovem, o Thor do presente e um velho Rei Thor no futuro distante.
ver fonte ↗O poder de Gorr de criar armas sem fim inspirou o visual e os poderes de Hela em Thor: Ragnarok.
ver fonte ↗O filme adaptou a ideia de Jason Aaron: Jane Foster assume o martelo e os poderes de Thor enquanto faz tratamento contra o câncer.
ver fonte ↗A Marvel topou adaptar a história e trazer Natalie Portman de volta depois de conversas com Waititi sobre o rumo da trama.
ver fonte ↗A arte é de Russell Dauterman, parceiro de Jason Aaron desde a estreia de Jane como Thor.
ver fonte ↗A maior parte da série vem da fase de Dan Slott, com elementos da de John Byrne, de quem veio a mania de quebrar a quarta parede.
ver fonte ↗Nesta fase, revistas em quadrinhos antigas servem como prova no tribunal, porque contam fatos reais do universo Marvel.
ver fonte ↗O escritório Goodman, Lieber, Kurtzberg & Holliway e a divisão de Direito Super-Humano saíram daqui para a série.
ver fonte ↗Feige disse que a série não tentaria repetir a escala do evento dos quadrinhos e ficaria na paranoia política, com Samuel L. Jackson e Ben Mendelsohn.
ver fonte ↗O slogan do evento de 2008 era "Who do you trust?" ("Em quem você confia?").
ver fonte ↗A minissérie de 8 edições foi escrita por Brian Michael Bendis e desenhada por Leinil Francis Yu.
ver fonte ↗Logan se inspira em Old Man Logan: um Wolverine velho, cansado e numa viagem para proteger alguém. O resto da trama é diferente.
ver fonte ↗Mark Millar e Steve McNiven, a dupla de Guerra Civil, fizeram a história nas edições #66 a #72 da revista mensal do Wolverine.
ver fonte ↗O parceiro de viagem de Logan é um Clint Barton velho e cego.
ver fonte ↗O roteirista Eric Pearson buscava um antagonista difícil de vencer na porrada e lembrou desta minissérie. O Sentinela e o Vácuo serviram para falar de depressão e solidão.
ver fonte ↗Na estreia, a Marvel fingiu que o Sentinela era uma criação esquecida dos anos 60, de Stan Lee com um artista inventado. Era uma brincadeira de divulgação.
ver fonte ↗O diretor Jake Schreier conversou com Paul Jenkins, cocriador do personagem, que descreve o Sentinela como uma parábola sobre saúde mental.
ver fonte ↗O universo zumbi apareceu primeiro numa história de Mark Millar em Ultimate Fantastic Four #21 a #23. A Marvel gostou e encomendou a minissérie a Robert Kirkman.
ver fonte ↗Os zumbis daqui mantêm personalidade e poderes. Só a fome manda neles, e é isso que os torna tão perigosos.
ver fonte ↗A série animada de 2025 continua o episódio "What If... Zombies?!", de 2021, e se baseia na revista de mesmo nome.
ver fonte ↗Trancado. Esses detalhes contam coisas do título. Marque como visto para liberar.
Texto original da Sagaspedia. Cartazes: The Movie Database (TMDB); fotos de personagens via Wikipedia. Este site usa a API do TMDB, mas não é endossado nem certificado pelo TMDB. Todas as marcas e títulos citados pertencem a seus respectivos donos. A disponibilidade em streaming pode mudar.
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