Curiosidades, título por título: 66 no total. Toque numa capa para ver os dele. Os títulos que você ainda não marcou como lido ficam trancados, para não estragar a surpresa.
Ano Um foi pensado como graphic novel. O editor Dennis O'Neil convenceu Frank Miller e David Mazzucchelli a publicar a história em capítulos, nas edições #404 a #407 da revista mensal do Batman.
ver fonte ↗A Warner contratou Darren Aronofsky para escrever e dirigir um filme de Batman: Ano Um. O projeto foi engavetado em 2001.
ver fonte ↗O Gordon de Batman Begins saiu daqui. O roteirista David S. Goyer disse que Gary Oldman era a cara do Gordon desenhado por Mazzucchelli, e a ideia da polícia corrupta também veio do gibi.
ver fonte ↗Matt Reeves citou Ano Um entre os gibis que usou para montar The Batman, que mostra o herói no começo da carreira.
ver fonte ↗A última página já promete o próximo inimigo: Gordon, agora capitão, avisa o Batman sobre um criminoso que se chama de Coringa.
ver fonte ↗A estrutura foi ideia do roteirista Mike Friedrich: contar a história em 13 edições, de um Dia das Bruxas ao seguinte. O editor Archie Goodwin batizou a série a partir disso.
ver fonte ↗Tudo começou na Comic-Con de San Diego, quando Archie Goodwin perguntou a Jeph Loeb e Tim Sale se eles queriam fazer mais Batman.
ver fonte ↗A aliança entre Batman, Harvey Dent e Gordon contra a máfia, centro de The Dark Knight, vem deste gibi. Ele também ajudou Goyer no roteiro de Batman Begins.
ver fonte ↗Matt Reeves apontou O Longo Dia das Bruxas como uma das grandes influências de The Batman, junto com Ano Um e Ego.
ver fonte ↗Em 2021, a história virou um filme animado em duas partes que segue de perto a trama e os temas do gibi.
ver fonte ↗O desenhista Tim Sale não gostava do Robin, que achava destoante do Batman que ele imaginava. Jeph Loeb insistiu que a dupla era essencial para a história.
ver fonte ↗A minissérie tem 14 partes porque começa numa edição #0, antes da #1.
ver fonte ↗Em 2004, Loeb e Sale lançaram Catwoman: When in Rome, que mostra o que a Mulher-Gato fazia na Itália durante os acontecimentos de Vitória Sombria.
ver fonte ↗Vitória Sombria teve influência menor em Batman Begins e é uma das bases de The Batman, segundo a Wikipedia dos filmes.
ver fonte ↗Brian Bolland queria os flashbacks em "cores apagadas de novembro" e ficou insatisfeito com as cores de John Higgins. Mais tarde, ele mesmo recoloriu a história, versão que está nesta edição de luxo.
ver fonte ↗Tim Burton disse sobre A Piada Mortal: "É o primeiro gibi que eu amei". O tom sombrio dela influenciou o Batman de 1989.
ver fonte ↗O Coringa de Heath Ledger em The Dark Knight ecoa a filosofia do gibi, de que basta um empurrãozinho para alguém enlouquecer: "A loucura é como a gravidade".
ver fonte ↗A premissa de Joker (2019), um comediante fracassado que vira o Coringa, foi inspirada em A Piada Mortal.
ver fonte ↗A última cena é ambígua. Grant Morrison sugeriu que o Batman mata o Coringa ali; Alan Moore disse que quis só um momento de lucidez antes de o ciclo recomeçar.
ver fonte ↗Os leitores votaram por telefone se Jason Todd vivia ou morria. Foram 10.614 votos: 5.343 pela morte e 5.271 pela sobrevivência.
ver fonte ↗A votação foi inspirada num quadro do Saturday Night Live de 1982. O roteirista Jim Starlin nunca gostou do Robin e usou isso na história.
ver fonte ↗As três primeiras edições esgotaram tão rápido que a DC correu para lançar o encadernado a tempo do Natal.
ver fonte ↗Batman v Superman: Dawn of Justice mostra um uniforme de Robin danificado exposto na Batcaverna, uma homenagem a esta história.
ver fonte ↗Foi o primeiro trabalho de Grant Morrison com o Batman. Morrison imaginava arte de gibi tradicional, e Dave McKean foi por outro caminho, com pintura e colagem.
ver fonte ↗Segundo a editora Karen Berger, virou a graphic novel original de super-herói mais vendida dos quadrinhos americanos.
ver fonte ↗Heath Ledger citou o livro como inspiração para o Coringa de The Dark Knight. A campanha de marketing do filme também bebeu dele.
ver fonte ↗O videogame Batman: Arkham Asylum é baseado livremente no gibi e segue uma premissa parecida.
ver fonte ↗Os roteiristas queriam responder à moda dos heróis violentos dos anos 90. Por isso o Batman é trocado por um substituto bem mais brutal.
ver fonte ↗O editor Dennis O'Neil reuniu os roteiristas do Batman num fim de semana prolongado para planejar a saga. Foi a primeira vez desde Crise nas Infinitas Terras que várias revistas do Batman contaram uma só história por tanto tempo.
ver fonte ↗Bane foi criado como o oposto do Batman: um órfão nascido e criado numa prisão de uma ilha da América Central.
ver fonte ↗Christopher Nolan se inspirou na estreia de Bane em Knightfall para The Dark Knight Rises. A DC relançou os encadernados da saga para acompanhar o filme, em 2012.
ver fonte ↗A primeira parte foi o gibi mais vendido dos Estados Unidos em outubro de 2002.
ver fonte ↗A arte de Jim Lee fez tanto sucesso que ganhou uma edição de luxo só com os desenhos a lápis, sem arte-final.
ver fonte ↗Lee e Loeb chegaram a planejar mais seis edições para continuar a história, mas o projeto não saiu do papel.
ver fonte ↗O filme animado de 2019 mudou o final: lá, o Silêncio é o Charada, que matou Thomas Elliot.
ver fonte ↗Judd Winick amarrou a volta de Jason Todd à aparição dele em Silêncio, de Jeph Loeb.
ver fonte ↗O arco saiu em dois blocos: a revista entrou num curto hiato depois de agosto de 2005 antes de a história continuar. A arte é principalmente de Doug Mahnke.
ver fonte ↗A adaptação animada de 2010, com Bruce Greenwood dublando o Batman, foi muito elogiada por crítica e público.
ver fonte ↗Foi a última história do Batman antes do reinício dos Novos 52, em 2011.
ver fonte ↗Os elogios a Espelho Sombrio levaram a DC a dar a Scott Snyder a revista principal do Batman nos Novos 52.
ver fonte ↗A arte é dividida entre Jock e Francesco Francavilla, ao longo das edições #871 a #881 de Detective Comics.
ver fonte ↗No Comicbook Roundup, a média das críticas é 8,7 de 10. O IGN chamou o arco de leitura obrigatória da história do Batman.
ver fonte ↗A Corte das Corujas foi criada por Scott Snyder e Greg Capullo e virou a grande ameaça dos dois primeiros arcos do Batman nos Novos 52.
ver fonte ↗A Corte começa como uma lenda de Gotham, lembrada por uma cantiga infantil. Só na edição #6 ela aparece de corpo inteiro.
ver fonte ↗A Corte apareceu em live-action na série Gotham e é central na história do jogo Gotham Knights, de 2022.
ver fonte ↗O arco termina com a Corte soltando um exército de assassinos em Gotham, o que leva direto à saga A Noite das Corujas.
ver fonte ↗The Batman, de Matt Reeves, pega elementos de Ano Zero, como o Charada no papel de grande vilão.
ver fonte ↗Scott Snyder tirou a edição #28 do arco por achar que o material ficava apertado demais, e a história seguiu na #29.
ver fonte ↗Um crítico do IGN lembrou que Nygma, sobrenome de Edward, soa como "enigma" em inglês: uma pista do vilão que ele vai virar.
ver fonte ↗Enquanto Snyder escrevia a trama principal, James Tynion IV cuidava das histórias de apoio. O evento todo foi muito elogiado pela crítica.
ver fonte ↗O diretor de arte da DC Mark Chiarello achou a proposta antiga de Darwyn Cooke enquanto jogava fora projetos velhos, e o contratou. Foi a mudança definitiva de Cooke da animação para os gibis.
ver fonte ↗Cooke resumiu a ideia assim: "E se o Batman e o Bruce Wayne pudessem sentar e conversar sobre o que fazem?". O diálogo foi inspirado no filme My Dinner with Andre, de 1981.
ver fonte ↗Matt Reeves citou Ego, ao lado de Ano Um e O Longo Dia das Bruxas, como base de The Batman.
ver fonte ↗A história mais longa do volume é Selina's Big Score, um golpe da Mulher-Gato contra a máfia em que o Batman aparece em um quadro só.
ver fonte ↗Foi a primeira parceria de Geoff Johns e Gary Frank num Batman, depois de os dois trabalharem juntos no Superman.
ver fonte ↗Planejado para 2010, o livro foi segurado para sair em julho de 2012, junto com The Dark Knight Rises. Chegou ao 9º lugar da lista de mais vendidos do New York Times.
ver fonte ↗O Alfred daqui, ex-militar que treina Bruce para lutar, influenciou o Alfred de The Batman (2022), apresentado como ex-fuzileiro real.
ver fonte ↗A última página mostra uma figura misteriosa estudando os arquivos do Batman. É o Charada, que volta no volume seguinte.
ver fonte ↗Frank Miller aceitou uma sugestão de John Byrne: "O Robin tem que ser uma menina". Assim nasceu Carrie Kelley.
ver fonte ↗Cada edição saiu com mais páginas, lombada quadrada, capa de cartão e papel brilhante, para valorizar as aquarelas da colorista Lynn Varley.
ver fonte ↗Michael Keaton estudou O Cavaleiro das Trevas para viver o Batman de 1989, e o compositor Danny Elfman recebeu o gibi como inspiração.
ver fonte ↗O apresentador David Endochrine, do gibi, inspirou Murray Franklin, personagem de Robert De Niro em Joker (2019). Nas duas versões, o Coringa mata em pleno programa de TV.
ver fonte ↗The Dark Knight Rises foi comparado a O Cavaleiro das Trevas: os dois mostram um Bruce Wayne afastado há anos que volta à ativa.
ver fonte ↗Sean Murphy teve a ideia de Cavaleiro Branco quando tinha 12 anos.
ver fonte ↗O encadernado foi a primeira graphic novel publicada pelo selo DC Black Label, e estreou em 1º lugar na lista da BookScan.
ver fonte ↗O sucesso rendeu continuações de Murphy e um universo próprio, o Murphyverse, que também ganhou séries de outros autores.
ver fonte ↗Trancado. Esses detalhes contam coisas do título. Marque como visto para liberar.
Texto original da Sagaspedia. Cartazes: The Movie Database (TMDB); fotos de personagens via Wikipedia. Este site usa a API do TMDB, mas não é endossado nem certificado pelo TMDB. Todas as marcas e títulos citados pertencem a seus respectivos donos. A disponibilidade em streaming pode mudar.
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